American Apparel - a vestimenta americana agora no Brasil
26.09.08 19:5123 comentários
Inaugurou em setembro em São Paulo a filial brasileira da rede norte-americana American Apparel. Pra quem não conhece, a AA é uma marca que existe desde 2000, fundada pelo canadense Dov Charney, que já nasceu com valores de sustentabilidade intrínsecos e é hoje um dos maiores sucessos mundiais a curto prazo no mundo. A AA ficou conhecida nos EUA pelas campanhas que incitavam o teor sexual, pela qualidade das roupas (que são todas produzidas em Los Angeles) e pelo ambiente de trabalho easy going, algo raro
na área de moda.
Fui até a nova loja localizada na rua Oscar Freire para conversar com a responsável pela loja, a Thais Lima. Devo confessar que esperava uma loira peruassa, deslumbrada com moda e com a marca que chega ao Brasil. encontrei o oposto: a Thais é super low profile, toca a loja com a sua irmã (também funcionária da AA), a Dijane. E, numa conversa relaxada, me contou diversas coisas bacanas sobre a marca e a vinda da loja no Brasil.
Como foi a vinda da loja no Brasil?
Na realidade foi uma "sementinha que plantamos" com o Dov. Há aproximadamente 4 anos já existe a idéia de vir para o Brasil, São Paulo especificamente. Mas achávamos que nem a AA e nem o Brasil estavam preparados. Fora que existe toda a burocracia de trazer artigos importados para o país, e pensávamos que ia ser uma dor de cabeça. No final das contas foi bem mais fácil do que imaginávamos, a idéia se concretizou e o Dov acreditou na gente, apostou na idéia de abrir uma loja aqui.
Existe a idéia de abrir outras lojas pelo país?
Ainda não sabemos.
Até existe a questão do preço, pois todos sabemos que o imposto cobrado sobre artigos importados deixam o valor final muito alto...
Exatamente, e nossa idéia não é ter um valor inacessível. Isso é um dos valores da AA, não queremos ser uma empresa com um produto sustentável para poucos. Nos EUA funciona muito melhor que aqui, por conta dos altos impostos brasileiros é inevitável que o valor aumente, mas não queremos ser inacessíveis. Mas mesmo assim temos muitos produtos que, comparado aos concorrentes daqui, o nosso é mais barato.
Justamente, o tempo que fiquei passeando pela loja, enquanto esperava a Thais chegar para a entrevista dei uma olhada nos preços. Algumas coisas são sim caras, mas não inacessíveis. Do tipo, uma meia calça com uma perna de cada cor, que, vale lembrar, NÃO EXISTE no mercado nacional, sai por 47 reais. Caro? Sim, mas não é algo que não se possa sonhar em comprar... Ainda mais quando tive a curiosidade de abrir o pacote e ver que o tecido da meia calça é realmente superior ao encontrado nas marcas especializadas em meias daqui. Aliás no quesito meias, as meninas podem ficar horas tentando se decidir na loja o que levar: tem uma infinidade de modelos de meias calças, meias comuns, polainas, etc. A meia básica branca, com listras nas cores tipicamente americanas (vermelho e azul) são bem diferentes do que vemos aqui por aqui. A Thais me contou que as meias são produzidas na fábrica deles mesmos, que a produção não é terceirizada (a terceirização de artigos como meias é comum no ramo) e que um dia o Dov cismou de comprar máquinas de fazer meias, numa viagem com ela para NY, simplesmente sacou o telefone e solicitou o maquinário. Ela contou também que o Dov é assim, trabalha com todos a sua volta, ouve as sugestões e idéias de todo mundo e aposta nas idéias.
Como é trabalhar na AA?
A empresa já nasceu com o lema de sustentabilidade, mas sustentabilidade não é só "reciclar", não adianta ser uma empresa sustentável...
... e os funcionários serem infelizes?
Isso! Então existia um departamento focado em como trazer essa "sustentabilidade" para funcionários. Em determinado momento existiu uma campanha para os funcionários irem trabalhar de bicicleta. A família do Dov é toda ligada ao meio artístico, eles possuem diversas obras de arte e eles não sabiam o que fazer com aquilo tudo. Colocamos tudo na fábrica, montamos algumas instalações e até demos uma festa de inauguração desse projeto. Isso deixou o ambiente bem mais legal.
Eu havia lido em algum lugar que só trabalhavam funcionários americanos, como é isso?
Não... onde você leu isso? Aliás a mídia fala muita coisa que não é verdade... Um jornal grande veio aqui, não conversou com ninguém e publicou uma reportagem só falando mentiras, preços incorretos, etc. Fiquei chateada. Mas respondendo você: não, trabalham pessoas do mundo inteiro na empresa. E tudo é interno, o site é feito por funcionários, o layout, a arte gráfica tudo, até as fotos.
Eu ia te perguntar isso, pois as fotos de "campanha" do site de vocês parecem feitas com pessoas comuns, é isso mesmo?
Sim, essas pessoas são escolhidas aleatoriamente, de repente eu posso estar na rua andando e eu vi você. Se eu achar que você é uma pessoa legal de fotografar te chamo, fotografo e você ganha cinquenta dólares a hora. Até o fotógrafo é algum dos funcionários, nunca contratamos um fotógrafo. O próprio Dov já fotografou, eu já fotografei. Acho bacana o outro lado, das marcas que usam modelos de verdade, como a Gisele Bündchen, mas não pagamos cachê como o dela que é muito mais que 50 dólares a hora.
E quem vocês querem atingir como consumidores?
O público jovem. Mas aqui está acontecendo uma coisa "engraçada": muitas senhorinhas do bairro estão amando a loja e já estão freguesas.
Que demais!
Sim, é inusitado!
E as coleções, como funciona?
Não temos coleções, temos uma equipe de estilistas. Eles vão fazendo e se for algo legal aí entra em produção e vai pras lojas. Isso é bacana, pois tem a 2001 que é a camiseta básica e se daqui a 10 anos você quiser comprar a 2001 de novo, você vem na loja e vai ter, a maioria das cores são sempre produzidas. Só saem de linha se realmente não estiver tendo saída em todas as lojas. Coisa que não acontece na Hering por exemplo.
Muita gente compara a AA com a Hering, vocês consideram eles concorrentes?
Talvez. O histórico das duas é muito similar: começamos como produtores de camisetas para o varejo e agora temos lojas próprias. Mas enquanto a Hering se preocupa em ser a Abercrombie brasileira (é só ver o novo layout das lojas) nós nos preocupamos em ser atuais.
Pois é, uma passada pela loja e você consegue montar um look pro dia que serve também pra noite. Com peças relativamente básicas como leggings, vestidos tubinho, tops e etcs, a AA se destaca pelos tecidos diferenciados, metalizados, holográficos, lycras ultra-brilhantes em diversas cores. Não é a toa que no último ano, a legging de lamé brilhante se tornou hit nas baladas do mundo inteiro. Todos os editoriais de moda traziam a legging de lamé preta, prata ou em qualquer outra cor existente. Na noite paulistana basta ir ao Glória pra ver a AA presente entre os chamados "fashionistas".

Headbands com tecido holográfico

Headbands de elástico

As "famosas" leggings

Kit de cintos
Pros meninos tem jeans com lavagens diferenciadas, camisetas de todas as cores possíveis, jaquetas corta vento... tem de tudo mesmo, até infantil, bebê, moda praia e acredite, roupa pra cachorro. A loja é um grande magazine de roupa, com qualidade, nada de made in China, trabalho escravo, etc. Recomendo dar uma passada, nem que seja pra conhecer, faz tempo que não temos um conceito de magazine (por mais que seja de fora) bacana no Brasil.
www.americanapparel.net
American Apparel
Rua Oscar Freire 433
São Paulo - 01426-901
Tel.: (11) 3081-8422
Colaborou: Gaía Passarelli
na área de moda.
Fui até a nova loja localizada na rua Oscar Freire para conversar com a responsável pela loja, a Thais Lima. Devo confessar que esperava uma loira peruassa, deslumbrada com moda e com a marca que chega ao Brasil. encontrei o oposto: a Thais é super low profile, toca a loja com a sua irmã (também funcionária da AA), a Dijane. E, numa conversa relaxada, me contou diversas coisas bacanas sobre a marca e a vinda da loja no Brasil.
Como foi a vinda da loja no Brasil?
Na realidade foi uma "sementinha que plantamos" com o Dov. Há aproximadamente 4 anos já existe a idéia de vir para o Brasil, São Paulo especificamente. Mas achávamos que nem a AA e nem o Brasil estavam preparados. Fora que existe toda a burocracia de trazer artigos importados para o país, e pensávamos que ia ser uma dor de cabeça. No final das contas foi bem mais fácil do que imaginávamos, a idéia se concretizou e o Dov acreditou na gente, apostou na idéia de abrir uma loja aqui.
Existe a idéia de abrir outras lojas pelo país?
Ainda não sabemos.
Até existe a questão do preço, pois todos sabemos que o imposto cobrado sobre artigos importados deixam o valor final muito alto...
Exatamente, e nossa idéia não é ter um valor inacessível. Isso é um dos valores da AA, não queremos ser uma empresa com um produto sustentável para poucos. Nos EUA funciona muito melhor que aqui, por conta dos altos impostos brasileiros é inevitável que o valor aumente, mas não queremos ser inacessíveis. Mas mesmo assim temos muitos produtos que, comparado aos concorrentes daqui, o nosso é mais barato.
Justamente, o tempo que fiquei passeando pela loja, enquanto esperava a Thais chegar para a entrevista dei uma olhada nos preços. Algumas coisas são sim caras, mas não inacessíveis. Do tipo, uma meia calça com uma perna de cada cor, que, vale lembrar, NÃO EXISTE no mercado nacional, sai por 47 reais. Caro? Sim, mas não é algo que não se possa sonhar em comprar... Ainda mais quando tive a curiosidade de abrir o pacote e ver que o tecido da meia calça é realmente superior ao encontrado nas marcas especializadas em meias daqui. Aliás no quesito meias, as meninas podem ficar horas tentando se decidir na loja o que levar: tem uma infinidade de modelos de meias calças, meias comuns, polainas, etc. A meia básica branca, com listras nas cores tipicamente americanas (vermelho e azul) são bem diferentes do que vemos aqui por aqui. A Thais me contou que as meias são produzidas na fábrica deles mesmos, que a produção não é terceirizada (a terceirização de artigos como meias é comum no ramo) e que um dia o Dov cismou de comprar máquinas de fazer meias, numa viagem com ela para NY, simplesmente sacou o telefone e solicitou o maquinário. Ela contou também que o Dov é assim, trabalha com todos a sua volta, ouve as sugestões e idéias de todo mundo e aposta nas idéias.
Como é trabalhar na AA?
A empresa já nasceu com o lema de sustentabilidade, mas sustentabilidade não é só "reciclar", não adianta ser uma empresa sustentável...
... e os funcionários serem infelizes?
Isso! Então existia um departamento focado em como trazer essa "sustentabilidade" para funcionários. Em determinado momento existiu uma campanha para os funcionários irem trabalhar de bicicleta. A família do Dov é toda ligada ao meio artístico, eles possuem diversas obras de arte e eles não sabiam o que fazer com aquilo tudo. Colocamos tudo na fábrica, montamos algumas instalações e até demos uma festa de inauguração desse projeto. Isso deixou o ambiente bem mais legal.
Eu havia lido em algum lugar que só trabalhavam funcionários americanos, como é isso?
Não... onde você leu isso? Aliás a mídia fala muita coisa que não é verdade... Um jornal grande veio aqui, não conversou com ninguém e publicou uma reportagem só falando mentiras, preços incorretos, etc. Fiquei chateada. Mas respondendo você: não, trabalham pessoas do mundo inteiro na empresa. E tudo é interno, o site é feito por funcionários, o layout, a arte gráfica tudo, até as fotos.
Eu ia te perguntar isso, pois as fotos de "campanha" do site de vocês parecem feitas com pessoas comuns, é isso mesmo?
Sim, essas pessoas são escolhidas aleatoriamente, de repente eu posso estar na rua andando e eu vi você. Se eu achar que você é uma pessoa legal de fotografar te chamo, fotografo e você ganha cinquenta dólares a hora. Até o fotógrafo é algum dos funcionários, nunca contratamos um fotógrafo. O próprio Dov já fotografou, eu já fotografei. Acho bacana o outro lado, das marcas que usam modelos de verdade, como a Gisele Bündchen, mas não pagamos cachê como o dela que é muito mais que 50 dólares a hora.
E quem vocês querem atingir como consumidores?
O público jovem. Mas aqui está acontecendo uma coisa "engraçada": muitas senhorinhas do bairro estão amando a loja e já estão freguesas.
Que demais!
Sim, é inusitado!
E as coleções, como funciona?
Não temos coleções, temos uma equipe de estilistas. Eles vão fazendo e se for algo legal aí entra em produção e vai pras lojas. Isso é bacana, pois tem a 2001 que é a camiseta básica e se daqui a 10 anos você quiser comprar a 2001 de novo, você vem na loja e vai ter, a maioria das cores são sempre produzidas. Só saem de linha se realmente não estiver tendo saída em todas as lojas. Coisa que não acontece na Hering por exemplo.
Muita gente compara a AA com a Hering, vocês consideram eles concorrentes?
Talvez. O histórico das duas é muito similar: começamos como produtores de camisetas para o varejo e agora temos lojas próprias. Mas enquanto a Hering se preocupa em ser a Abercrombie brasileira (é só ver o novo layout das lojas) nós nos preocupamos em ser atuais.
Pois é, uma passada pela loja e você consegue montar um look pro dia que serve também pra noite. Com peças relativamente básicas como leggings, vestidos tubinho, tops e etcs, a AA se destaca pelos tecidos diferenciados, metalizados, holográficos, lycras ultra-brilhantes em diversas cores. Não é a toa que no último ano, a legging de lamé brilhante se tornou hit nas baladas do mundo inteiro. Todos os editoriais de moda traziam a legging de lamé preta, prata ou em qualquer outra cor existente. Na noite paulistana basta ir ao Glória pra ver a AA presente entre os chamados "fashionistas".
Headbands com tecido holográfico
Headbands de elástico
As "famosas" leggings
Kit de cintos
Pros meninos tem jeans com lavagens diferenciadas, camisetas de todas as cores possíveis, jaquetas corta vento... tem de tudo mesmo, até infantil, bebê, moda praia e acredite, roupa pra cachorro. A loja é um grande magazine de roupa, com qualidade, nada de made in China, trabalho escravo, etc. Recomendo dar uma passada, nem que seja pra conhecer, faz tempo que não temos um conceito de magazine (por mais que seja de fora) bacana no Brasil.
www.americanapparel.net
American Apparel
Rua Oscar Freire 433
São Paulo - 01426-901
Tel.: (11) 3081-8422
Colaborou: Gaía Passarelli
La Cucaracha
12.08.08 19:074 comentários
Depois de milênios, finalmente consegui postar aqui! Desculpem people, mas tem épocas que é trash aqui no trabalho, mas faz parte! Vamos lá:
Pra quem mora no Rio ou eventualmente for visitar a cidade, não deixe de i na lojinha La Cucaracha, os donos da loja são a produtora de moda Vanessa Soares e o jornalista Matias Maxx , mais conhecido também como Capitão Presença. Não o conhece? Tá, vou explicar, o Capitão Presença é um personagem de HQ, um super - herói que pra resolver os causos fuma um, ou as vezes nem resolve nada e só fuma mesmo. O Matias, é o criador do Capitão Presença então ou seja, ir na Cucaracha e ser atendido pelo próprio é no mínimo inusitado! Semana passada eu fui ao Rio de Janeiro, aproveitei e dei uma passada na lojinha, a última vez que eu tinha passado lá foi no final de semana do Tim Festival há dois anos atrás, e pelo que vi muita coisa mudou!
Antes a loja tinha roupas, livros, alguns CDs e acessórios. Agora a loja tem um monte de posters bacanas, brinquedinhos importados, mais livros (são duas estantes que dá vontade de comprar tudo, pena que eu fui lá antes do paycheck ), tem também alguma coisa de t-shirt infantil e muita coisa pras meninas desde colares, a bolsas com a temática Pin Up. Vale lembrar que a loja possui um espaço para exposições e vernissages na parte superior também. Os preços são ok, tem pra todos os bolsos.
Algumas fotos da loja:

O welcome da loja aos clientes

A fachada da loja, que fica na rua Teixeira de Melo, no 31H

Detalhe do murinho da loja

Vitrine


Brinquedos de tecido

Posters

Interior da Loja

As t-shirts infantis

Livros, hq's, etc

Brinquedos gringos e não gringos

Bijoux

Amei esse reloginho

Balcão

E claro, a Tarja Preta a revistinha clássica da loja, das histórias do Capitão Presença e de ilustradores indies.
Mais infos em: www.cucaracha.com.br
Pra quem mora no Rio ou eventualmente for visitar a cidade, não deixe de i na lojinha La Cucaracha, os donos da loja são a produtora de moda Vanessa Soares e o jornalista Matias Maxx , mais conhecido também como Capitão Presença. Não o conhece? Tá, vou explicar, o Capitão Presença é um personagem de HQ, um super - herói que pra resolver os causos fuma um, ou as vezes nem resolve nada e só fuma mesmo. O Matias, é o criador do Capitão Presença então ou seja, ir na Cucaracha e ser atendido pelo próprio é no mínimo inusitado! Semana passada eu fui ao Rio de Janeiro, aproveitei e dei uma passada na lojinha, a última vez que eu tinha passado lá foi no final de semana do Tim Festival há dois anos atrás, e pelo que vi muita coisa mudou!
Antes a loja tinha roupas, livros, alguns CDs e acessórios. Agora a loja tem um monte de posters bacanas, brinquedinhos importados, mais livros (são duas estantes que dá vontade de comprar tudo, pena que eu fui lá antes do paycheck ), tem também alguma coisa de t-shirt infantil e muita coisa pras meninas desde colares, a bolsas com a temática Pin Up. Vale lembrar que a loja possui um espaço para exposições e vernissages na parte superior também. Os preços são ok, tem pra todos os bolsos.
Algumas fotos da loja:

O welcome da loja aos clientes

A fachada da loja, que fica na rua Teixeira de Melo, no 31H

Detalhe do murinho da loja

Vitrine


Brinquedos de tecido

Posters

Interior da Loja

As t-shirts infantis

Livros, hq's, etc

Brinquedos gringos e não gringos

Bijoux

Amei esse reloginho

Balcão

E claro, a Tarja Preta a revistinha clássica da loja, das histórias do Capitão Presença e de ilustradores indies.
Mais infos em: www.cucaracha.com.br
Milo
16.07.08 21:0611 comentários
Sábado passado lá fui eu pro Milo, dessa vez estava toda feliz porque meu amigo levou sua super-ultra-mega câmera e eu ia poder tirar fotos com boa qualidade mesmo com pouca iluminação (coisa que minha câmera do standcenter não permite). E eis que começo a tirar fotos, me empolguei porque o pessoal estava usando roupas e acessórios muito bacanas. Até que chega o segurança, pára a gente e diz: "Você tem autorização pra tirar essas fotos?" Aí a gente: "Não, ué, precisa?!" Segurança: "Sim, vc tem que falar com o "x-y-z" (falou o nome de outro segurança)". Meu amigo foi falar com o outro segurança e esse por sua vez, nos esclareceu que agora tirar fotos no Milo não é mais permitido. Contou que uma vez um "famoso" foi fotografado sem querer e um site de humor publicou a foto. O "famoso" ligou pro Milo, soltou os cachorros e desde então, segundo o segurança, tirar fotos no Milo é proibido. Os dois seguranças citaram uma outra história em que houve uma briga entre uma pessoa e um fotógrafo e a pessoa quebrou a máquina do fotógrafo. Enfim, os seguranças não foram truculentos (milagre) e também não pediram pra nós apagarmos as fotos. Sugeri eles colarem um adesivo de "proibido tirar fotos" na porta do Milo, assim evitaria maiores transtornos. O que importa é que é uma pena que chegamos à isso, daqui a pouco nem tirar mais foto da rua vai ser permitido.
E abaixo, eis as fotos que eu consegui tirar:



adorei a camiseta de pantera

quase fui perguntar onde ela comprou essa bota, amei

adesivo na camiseta


amiga da blogueira que vos escreve, adorei a faixinha no cabelo

a que vos fala, de mini-chapéu de palha
E abaixo, eis as fotos que eu consegui tirar:



adorei a camiseta de pantera

quase fui perguntar onde ela comprou essa bota, amei

adesivo na camiseta


amiga da blogueira que vos escreve, adorei a faixinha no cabelo

a que vos fala, de mini-chapéu de palha
Liberdade
10.07.08 01:377 comentários
Eu e a Gaía (aqui do rraurl), demos uma volta no final de semana passado lá pela Liberdade pra ver como o povo têm se vestido. O pessoal entre 14 e 18 anos que fica na frente da escadaria do metrô, é nitidamente fã de mangá e anime. Alguns chegam a usar acessórios iguais aos dos desenhos animados. Sem contar a infinidade de chaveiros que algumas meninas (e meninos) usam em suas mochilas, fora isso alguns looks parecem ter a influência emo.






















































Motomix
02.07.08 00:325 comentários
Eu havia me programado pra chegar cedo e tirar uma série de fotos do povo no evento. Um imprevisto me fez chegar às cinco da tarde, e pra ajudar nessa época do ano a noite chega mais cedo. Enfim, do que deu pra fotografar, abaixo os mais bacanas. Desde estampas, óculos, bolsas, à tênis (claro que eu não ia deixar passar!).





















Rock the Rabbit
23.06.08 16:392 comentários
Moda-música/Música-Moda. Nunca essa combinação esteve tão em alta como nos dias de hoje. Nem a Playboy perdeu tempo. A venda na Sold Out, uma edição limitada de camisetas com o tradicional coelhinho da Playboy revisitado por artistas....musicais. A linha chama Rock the Rabbit e até agora tem 3 edições:
Daft Punk:

Iggy Pop:

Duran Duran:


mais infos: www.wesoldout.com
Daft Punk:

Iggy Pop:

Duran Duran:


mais infos: www.wesoldout.com
Carro - tecido
19.06.08 01:556 comentários
A BMW bolou um carro cuja carroceria, ao invés de ser feita de metal ou alguma fibra ultra leve, é feita de tecido. Um tecido sobre cabos de fibra de carbono e quadros de metal (ok, essa parte dos quadros eu não saquei direito) enfim, o resultado é realmente bacana. Inspirado em linhas orgânicas, os faróis aparecem como se fossem olhos piscando e no interior do carro a idéia de mostrar o que é necessário na hora necessária também acontece.
Mais pra baixo tem um video :)

O carro chama GINA a.k.a. "Geometry and Functions in ‘N' Adaptations"
Mais pra baixo tem um video :)

O carro chama GINA a.k.a. "Geometry and Functions in ‘N' Adaptations"
tênis x artistas, músicos, etc
15.06.08 21:425 comentários
Bom, faz tempo que não posto algo sobre tênis nesse blog. E essa semana, o Jade aqui do rraurl, me mandou uma sugestão de post que veio bem a calhar. O site beatportal tá com 20 pares do tenis K-Swiss feito em homenagem ao Booka Shade. Pra ganhar o tenis basta comprar o novo album da dupla "The Sun & The Neon Light" até o dia 18/06 no site. Mais infos aqui

modelo da promo Booka Shade no BeatPortal
Continuando com a onda de músicos terem seus "próprios" sneakers, o Busy P da Ed Banger lançou em parceria com a Nike um modelo Air Force (inclusive rolou uma festona aqui em SP há um tempo atrás pro lançamento desse tenis). Os grafismos no tenis são do SO Me, o diretor de arte da Ed Banger. Quer comprar? Na Colette (loja hype de Paris) custa 200 euros. Mais infos aqui



Modelo do Bysy P + Nike
Na linha de firmar parcerias com artistas, a Nike chamou o A-Trak pra montar uma trilha para corrida. A Nike possui uma divisão só para quem curte correr, se chama Nike+ e tem vários gadgets bacanas. E de tempos em tempos eles chamam artistas para gravar uma trilha sonora pra correr. A trilha do A-Trak, que se chama "Running Man", tem 45 min. e estará disponível para compra na itunes store a partir do dia 24/06.

Mais Nike! Gente, eu juro que não sou patrocinada, mas a Nike está realmente com uns lançamentos bacanas. Agora não é parceria, mas a Nike lançou um Dunk Low (cano baixo) inspirado no artista plástico do início do século XX Piet Mondrian. Talvez falando assim você não se lembre de quem estou falando, mas você já deve ter visto alguma pintura dele, tipo essa aí embaixo.

Até o estilista Yves Saint Laurent (recentemente falecido) lançou um vestido em meados dos anos 60 inspirado nas pinturas de Mondrian.

E o resultado do Dunk é este:



modelo da promo Booka Shade no BeatPortal
Continuando com a onda de músicos terem seus "próprios" sneakers, o Busy P da Ed Banger lançou em parceria com a Nike um modelo Air Force (inclusive rolou uma festona aqui em SP há um tempo atrás pro lançamento desse tenis). Os grafismos no tenis são do SO Me, o diretor de arte da Ed Banger. Quer comprar? Na Colette (loja hype de Paris) custa 200 euros. Mais infos aqui



Modelo do Bysy P + Nike
Na linha de firmar parcerias com artistas, a Nike chamou o A-Trak pra montar uma trilha para corrida. A Nike possui uma divisão só para quem curte correr, se chama Nike+ e tem vários gadgets bacanas. E de tempos em tempos eles chamam artistas para gravar uma trilha sonora pra correr. A trilha do A-Trak, que se chama "Running Man", tem 45 min. e estará disponível para compra na itunes store a partir do dia 24/06.

Mais Nike! Gente, eu juro que não sou patrocinada, mas a Nike está realmente com uns lançamentos bacanas. Agora não é parceria, mas a Nike lançou um Dunk Low (cano baixo) inspirado no artista plástico do início do século XX Piet Mondrian. Talvez falando assim você não se lembre de quem estou falando, mas você já deve ter visto alguma pintura dele, tipo essa aí embaixo.

Até o estilista Yves Saint Laurent (recentemente falecido) lançou um vestido em meados dos anos 60 inspirado nas pinturas de Mondrian.

E o resultado do Dunk é este:


