[.::musicness::.] Tribaltech reúne 16 mil pessoas em Curitiba

Com organização irreprensível e animação geral, deu-se a aguardada edição anual da festa Tribaltech na fazenda Heimari em Curitiba. Organizada pela T2 Eventos do DJ Jejê (que também organiza as edições locais das XXXperience e Tribe) a festa já tem um ótimo histórico desde que foi organizada pela primeira vez em 2005. Esta foi a quarta edição, que bateu os recordes de público para festas eletrônicas no Paraná.
Ano passado já tínhamos dado um review aqui no blog e, com uma bem azeitada máquina de marketing, a festa criou grande expectativa. As principais atrações foram Wrecked Machines, Dimitri Nakov, Headroom e X-Dream na ala do psy trance, enquanto que Anthony Rother, Audiojack, Oliver Klein, Boris Brejcha, Trick & Kubic e Gui Boratto fizeram as vezes da ala house/techno/electro.
Praticamente um mini-festival, a TT este ano teve um grande palco (Main Stage) na área geral e duas tendas - Lado B e DJ Mag - na área Backstage. O line-up das duas tendas tinha atrações locais e nacionais em sua maioria, com Gui Boratto, Fabrício Peçanha e Gabe como headliners. Começou às 10h do sábado e encerrou às 06h do domingo (24/08) totalizando assim 18 horas de agito.
O palco principal teve dois momentos diferentes: durante o dia e até às 10 da noite apresentaram-se os projetos de Psy Trance, a maioria live p.as. Com uma apresentação bastante energética, o agora "clássico" projeto de tech-trance X-Dream (da dupla de alemães Marcus Christian Maichel e Jan Müller), teve como destaque uma vocalista (Ariel) que mandou bem na presença de palco. Ficou claro pra mim (que não sou chegado e nem entendo muito de trance psicodélico) que eles sabem muito bem o que estão fazendo. Afinal o projeto X-Dream tem 18 (!) anos de estrada.
Na sequência Anthony Rother (foto) entrou com sua parafernália de synths, sequenciadores e bateria eletrônica, e como bem observado por um colega, nenhum laptop ou computador à vista. Interessante. Como era de se esperar, o produtor alemão fez uma boa apresentação ao vivo onde alternou momentos da batida reta do techno com os breaks do electro-techno. Via-se no rosto de alguns da multidão que não sabiam do que se tratava e alguns claramente entediados (Curitiba, na geral, não é muito chegada às batidas quebradas), mas vários fãs e frequentadores mais antigos da noite se deleitavam no gargarejo. E alguns ainda se acabando nos baixos gordíssimos que saíam do sound system poderoso do Main Stage. Pra ficar surdo e com as pernas bambas. Rother abriu o show com "Back Home" e encerrou 1h20m depois com o hit "Father".
Outro momento aguardado foi de Gui Boratto na tenda DJ Mag. Devidamente preparada pela DJ Aninha a tenda foi se enchendo até atingir a capacidade máxima no horário do autor de "Beautiful Life", que estava escrito num estandarte gigante carregado no meio do público. Como esperado, ele encerrou seu apresentação ao vivo com essa música. Gritos de euforia e aplausos encerraram este show.
Na avaliação geral, esta foi uma das melhores festas ao ar livre já realizadas em Curitiba. Ajudou o tempo nublado, porém estável durante o dia, o local (um descampado com grama e um pequeno bosque perto da Serra do Mar, com fácil acesso pela rodovia BR- 277) onde já vem acontecendo várias festas open airs. À noite quando se acenderam todas as luzes do palco e os leds do sistema de luzes no meio do público a festa adquiriu um clima diferente do dia. Ponto também para a grande diversidade de público, notava-se claramente que haviam pessoas de todas as classes sociais, sexuais e estilos musicais. Pessoas fantasiadas, pára-quedistas, freaks e descamisados circulavam pela imensa área tanto do Main Stage como do Back Stage o tempo inteiro. O único senão foi o vento gelado que soprou à noite, mas isso lá intimida curitibano?
Trick & Kubic no Main Stage
Fotos: Raul Aguilera
28.08.08 16:523 comentários

Com organização irreprensível e animação geral, deu-se a aguardada edição anual da festa Tribaltech na fazenda Heimari em Curitiba. Organizada pela T2 Eventos do DJ Jejê (que também organiza as edições locais das XXXperience e Tribe) a festa já tem um ótimo histórico desde que foi organizada pela primeira vez em 2005. Esta foi a quarta edição, que bateu os recordes de público para festas eletrônicas no Paraná.
Ano passado já tínhamos dado um review aqui no blog e, com uma bem azeitada máquina de marketing, a festa criou grande expectativa. As principais atrações foram Wrecked Machines, Dimitri Nakov, Headroom e X-Dream na ala do psy trance, enquanto que Anthony Rother, Audiojack, Oliver Klein, Boris Brejcha, Trick & Kubic e Gui Boratto fizeram as vezes da ala house/techno/electro.
Praticamente um mini-festival, a TT este ano teve um grande palco (Main Stage) na área geral e duas tendas - Lado B e DJ Mag - na área Backstage. O line-up das duas tendas tinha atrações locais e nacionais em sua maioria, com Gui Boratto, Fabrício Peçanha e Gabe como headliners. Começou às 10h do sábado e encerrou às 06h do domingo (24/08) totalizando assim 18 horas de agito.
O palco principal teve dois momentos diferentes: durante o dia e até às 10 da noite apresentaram-se os projetos de Psy Trance, a maioria live p.as. Com uma apresentação bastante energética, o agora "clássico" projeto de tech-trance X-Dream (da dupla de alemães Marcus Christian Maichel e Jan Müller), teve como destaque uma vocalista (Ariel) que mandou bem na presença de palco. Ficou claro pra mim (que não sou chegado e nem entendo muito de trance psicodélico) que eles sabem muito bem o que estão fazendo. Afinal o projeto X-Dream tem 18 (!) anos de estrada.
Na sequência Anthony Rother (foto) entrou com sua parafernália de synths, sequenciadores e bateria eletrônica, e como bem observado por um colega, nenhum laptop ou computador à vista. Interessante. Como era de se esperar, o produtor alemão fez uma boa apresentação ao vivo onde alternou momentos da batida reta do techno com os breaks do electro-techno. Via-se no rosto de alguns da multidão que não sabiam do que se tratava e alguns claramente entediados (Curitiba, na geral, não é muito chegada às batidas quebradas), mas vários fãs e frequentadores mais antigos da noite se deleitavam no gargarejo. E alguns ainda se acabando nos baixos gordíssimos que saíam do sound system poderoso do Main Stage. Pra ficar surdo e com as pernas bambas. Rother abriu o show com "Back Home" e encerrou 1h20m depois com o hit "Father". Outro momento aguardado foi de Gui Boratto na tenda DJ Mag. Devidamente preparada pela DJ Aninha a tenda foi se enchendo até atingir a capacidade máxima no horário do autor de "Beautiful Life", que estava escrito num estandarte gigante carregado no meio do público. Como esperado, ele encerrou seu apresentação ao vivo com essa música. Gritos de euforia e aplausos encerraram este show.
Na avaliação geral, esta foi uma das melhores festas ao ar livre já realizadas em Curitiba. Ajudou o tempo nublado, porém estável durante o dia, o local (um descampado com grama e um pequeno bosque perto da Serra do Mar, com fácil acesso pela rodovia BR- 277) onde já vem acontecendo várias festas open airs. À noite quando se acenderam todas as luzes do palco e os leds do sistema de luzes no meio do público a festa adquiriu um clima diferente do dia. Ponto também para a grande diversidade de público, notava-se claramente que haviam pessoas de todas as classes sociais, sexuais e estilos musicais. Pessoas fantasiadas, pára-quedistas, freaks e descamisados circulavam pela imensa área tanto do Main Stage como do Back Stage o tempo inteiro. O único senão foi o vento gelado que soprou à noite, mas isso lá intimida curitibano?
Trick & Kubic no Main Stage
Fotos: Raul Aguilera
Tags: tribaltech raves curitiba
[Bate-Estaca] Sorria, você está sendo filmado
23.06.08 19:254 comentários
Deu na Folha Online, quinta-feira passada (19/6).
Rio sanciona lei que obriga instalação de câmeras em raves e bailes funk
DEH OLIVEIRA
Colaboração para a Folha Online
O governo do Estado do Rio sancionou nesta quinta-feira uma lei que obriga os responsáveis por bailes funk e festas raves a instalarem câmeras nos eventos. As imagens gravadas terão de ser guardadas por no mínimo seis meses, período em que o material ficará à disposição da polícia.
A lei, nº 5.265, estabelece várias outras exigências relacionadas à segurança e comodidade do público, como instalação de detectores de metal, contrato com empresa de segurança autorizada a atuar pela Polícia Federal, previsão de atendimento médico e banheiros --químicos ou não-- na proporção de um masculino e um feminino para cada 50 pessoas.
Os responsáveis pelos bailes ou festas terão de fazer o pedido de autorização para a realização do evento à Secretaria de Segurança Pública do Estado com pelo menos 30 dias de antecedência. O evento não poderá ultrapassar 12 horas e, no pedido, deve constar hora para início e término.
Em caso de descumprimento da lei, as penalidades variam de suspensão do evento a multa de até 5 mil Ufirs (cerca de R$ 9 mil no Estado do Rio de Janeiro).
Segundo a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, na próxima semana o órgão vai estabelecer um prazo para que os realizadores de festas raves e bailes funks se enquadrem na nova lei, publicada no "Diário Oficial" do Estado nesta quinta-feira, após sanção do governador em exercício, Luiz Fernando Pezão (PMDB).
Rio sanciona lei que obriga instalação de câmeras em raves e bailes funk
DEH OLIVEIRA
Colaboração para a Folha Online
O governo do Estado do Rio sancionou nesta quinta-feira uma lei que obriga os responsáveis por bailes funk e festas raves a instalarem câmeras nos eventos. As imagens gravadas terão de ser guardadas por no mínimo seis meses, período em que o material ficará à disposição da polícia.
A lei, nº 5.265, estabelece várias outras exigências relacionadas à segurança e comodidade do público, como instalação de detectores de metal, contrato com empresa de segurança autorizada a atuar pela Polícia Federal, previsão de atendimento médico e banheiros --químicos ou não-- na proporção de um masculino e um feminino para cada 50 pessoas.
Os responsáveis pelos bailes ou festas terão de fazer o pedido de autorização para a realização do evento à Secretaria de Segurança Pública do Estado com pelo menos 30 dias de antecedência. O evento não poderá ultrapassar 12 horas e, no pedido, deve constar hora para início e término.
Em caso de descumprimento da lei, as penalidades variam de suspensão do evento a multa de até 5 mil Ufirs (cerca de R$ 9 mil no Estado do Rio de Janeiro).
Segundo a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, na próxima semana o órgão vai estabelecer um prazo para que os realizadores de festas raves e bailes funks se enquadrem na nova lei, publicada no "Diário Oficial" do Estado nesta quinta-feira, após sanção do governador em exercício, Luiz Fernando Pezão (PMDB).
Tags: raves, segurança
[Bate-Estaca] Dupla de Tropa de Elite filma raves
22.01.08 04:454 comentários
A polêmica de 2009 já está anunciada. A dupla responsável por Tropa de Elite, Marcos Prado e José Padilha, deve começar a filmar no segundo semestre deste ano seu novo longa. Será uma ficção retratando um universo que conhecemos bem: as raves e o consumo e comércio das drogas sintéticas.
Prado contou à revista Época que a trama será um "drama familiar de classe média... dois irmãos cariocas, a praia, o posto 9, as festas, o cotidiano dos jovens." O formato documentário chegou a ser pensado mas não rolou, segundo Prado, porque "ninguém nesse meio quer mostrar a cara."
"Mas", ele frisa, "... pesquisei muito para que o roteiro contivesse a realidade."
Entre os títulos cogitados estão Paraísos Artificiais e Posto 9. Enquanto que em Tropa Prado produziu e Padilha dirigiu na nova empreitada eles trocarão de lugar.
"EXPERIMENTAR É NORMAL"
Prado declarou à Época que a motivação para o filme foi seu filho adolescente. "Eu ouço e leio nos jornais muita coisa sobre esse tipo de droga e os lugares onde são consumidos. Mas não quero fazer julgamentos. Acho normal o adolescente querer experimentar, faz parte do amaudrecimento. Mas é preciso perceber os excessos, os limites."
As intenções parecem corretas. Mas quem é que pode controlar as interpretações? Quando sabatinado na Folha de S. Paulo, no auge do sucesso de Tropa, José Padilha disse o seguinte sobre o capitão Nascimento ter se tornado um herói para muitos brasileiros:
"É muito difícil imaginar que alguém considera o Nascimento um herói... O que me incomoda é que as pessoas não vejam isso e, em vez de se identificar com o personagem, se identificam com o discurso do personagem."
REAÇÃO INFANTIL E TAPADA
Pode apostar que um filme mostrando raves e drogas vai servir para muitos reforçarem seus preconceitos e idéias simplórias. É um risco que os realizadores tem que correr. Agora, só vendo o filme mesmo para saber se a abordagem vai ajudar o preconceito ou não.
É por isso que a reação contra a notícia do filme em certas comunidades no Orkut de frequentadores de raves tem sido precipitada, infantil e tapada. Xingaram Marcos Prado de tudo quanto é nome. Disseram que "esse cara vai acabar com as raves". Bom, se nem DJs ruins, drogas piores ainda, fritos passa mal, festas caça-níquel toscas e todos os fazer isso né? Por favor!
QUE LADO BOM QUE NADA
O mais incrível são aqueles que chiam porque o filme vai falar de raves e falar de drogas. Acham o filme deveria falar apenas "sobre o lado bom" das raves. É como se os italianos resolvessem reclamar dos filmes de mafioso porque só mostram seus compatriotas envolvidos na bandidagem.
Alô, pessoal, cinema é ação, drama, aventura, tragédia! Alguém lá quer ver o Al Pacino ou o Robert de Niro fazendo papel de dono de cantina? Claro que não. É por isso que se eu fosse ver um filme cujo pano de fundo fossem as raves e não aparecesse uma droga sequer eu sairia no meio, achando aquilo irreal, bobo e sem graça.
Prado contou à revista Época que a trama será um "drama familiar de classe média... dois irmãos cariocas, a praia, o posto 9, as festas, o cotidiano dos jovens." O formato documentário chegou a ser pensado mas não rolou, segundo Prado, porque "ninguém nesse meio quer mostrar a cara."
"Mas", ele frisa, "... pesquisei muito para que o roteiro contivesse a realidade."
Entre os títulos cogitados estão Paraísos Artificiais e Posto 9. Enquanto que em Tropa Prado produziu e Padilha dirigiu na nova empreitada eles trocarão de lugar.
"EXPERIMENTAR É NORMAL"
Prado declarou à Época que a motivação para o filme foi seu filho adolescente. "Eu ouço e leio nos jornais muita coisa sobre esse tipo de droga e os lugares onde são consumidos. Mas não quero fazer julgamentos. Acho normal o adolescente querer experimentar, faz parte do amaudrecimento. Mas é preciso perceber os excessos, os limites."
As intenções parecem corretas. Mas quem é que pode controlar as interpretações? Quando sabatinado na Folha de S. Paulo, no auge do sucesso de Tropa, José Padilha disse o seguinte sobre o capitão Nascimento ter se tornado um herói para muitos brasileiros:
"É muito difícil imaginar que alguém considera o Nascimento um herói... O que me incomoda é que as pessoas não vejam isso e, em vez de se identificar com o personagem, se identificam com o discurso do personagem."
REAÇÃO INFANTIL E TAPADA
Pode apostar que um filme mostrando raves e drogas vai servir para muitos reforçarem seus preconceitos e idéias simplórias. É um risco que os realizadores tem que correr. Agora, só vendo o filme mesmo para saber se a abordagem vai ajudar o preconceito ou não.
É por isso que a reação contra a notícia do filme em certas comunidades no Orkut de frequentadores de raves tem sido precipitada, infantil e tapada. Xingaram Marcos Prado de tudo quanto é nome. Disseram que "esse cara vai acabar com as raves". Bom, se nem DJs ruins, drogas piores ainda, fritos passa mal, festas caça-níquel toscas e todos os fazer isso né? Por favor!
QUE LADO BOM QUE NADA
O mais incrível são aqueles que chiam porque o filme vai falar de raves e falar de drogas. Acham o filme deveria falar apenas "sobre o lado bom" das raves. É como se os italianos resolvessem reclamar dos filmes de mafioso porque só mostram seus compatriotas envolvidos na bandidagem.
Alô, pessoal, cinema é ação, drama, aventura, tragédia! Alguém lá quer ver o Al Pacino ou o Robert de Niro fazendo papel de dono de cantina? Claro que não. É por isso que se eu fosse ver um filme cujo pano de fundo fossem as raves e não aparecesse uma droga sequer eu sairia no meio, achando aquilo irreal, bobo e sem graça.
Tags: tropa de elite, cinema, marcos prado, raves
[QG DO RRAURL] A culpa é das raves, claro!
26.06.07 16:2542 comentários
Alguns dias atrás, cinco adolescentes de classe média, pobrezinhos, não sabiam o que estavam fazendo e espancaram sem dó uma empregada doméstica que estava num ponto de ônibus no Rio de Janeiro, porque pensaram que era uma prostituta. Estão todos presos e, segundo a imprensa, chorando de arrependimento. Tenham dó dos meninos, poxa, eles não sabiam o que faziam, são vítimas desse mundo cruel.
Isso mesmo, a culpa não é deles, muito menos da criação que receberam. É de todo mundo, até das raves. Pelo menos é assim que pensa o pai de um deles. Quando perguntado pela Folha de S. Paulo se os meninos poderiam estar embriagados ou drogados o sr. Ludovico Bruno, micro-empresário, disse o seguinte: Mas é lógico... lógico que podiam estar drogados... como posso falar de um jovem de 19 anos que está na rua numa epidemia de droga, mas com essas festas rave, essas loucuras todas.
Que coisa, hein? Realmente, depois de cada edição da XXXPerience, SP Groove ou Tribe são registrados milhares de casos de violência gratuita na cidade onde se realizam. Por isso, pais e responsáveis, não é necessário educar seus filhos não, basta proibir que se droguem ou que frequentem raves.
Isso mesmo, a culpa não é deles, muito menos da criação que receberam. É de todo mundo, até das raves. Pelo menos é assim que pensa o pai de um deles. Quando perguntado pela Folha de S. Paulo se os meninos poderiam estar embriagados ou drogados o sr. Ludovico Bruno, micro-empresário, disse o seguinte: Mas é lógico... lógico que podiam estar drogados... como posso falar de um jovem de 19 anos que está na rua numa epidemia de droga, mas com essas festas rave, essas loucuras todas.
Que coisa, hein? Realmente, depois de cada edição da XXXPerience, SP Groove ou Tribe são registrados milhares de casos de violência gratuita na cidade onde se realizam. Por isso, pais e responsáveis, não é necessário educar seus filhos não, basta proibir que se droguem ou que frequentem raves.
Tags: raves