[.::musicness::.] Cobrança de conveniência para show da Madonna é indevida

Nesse eu não vou nem de graça, mas segundo reportagem do jornal Gazeta do Povo, a cobrança da taxa de conveniência de 20% sobre o ingresso comprado pela Internet e call center para os shows da Madonna no Brasil, feita pela empresa Time 4 Fun, é indevida. De acordo com o diretor de fiscalização do Procon-SP Paulo Arthur Góes, "o valor é absurdo":
Góes indica que as pessoas interessadas em comprar o ingresso entrem em contato com o Procon (no Paraná, o telefone é 0800-41-1512) para formalizar a denúncia. Após o procedimento, a empresa será fiscalizada e pode ser multada.
Mais, aqui.
21.08.08 14:352 comentários

Nesse eu não vou nem de graça, mas segundo reportagem do jornal Gazeta do Povo, a cobrança da taxa de conveniência de 20% sobre o ingresso comprado pela Internet e call center para os shows da Madonna no Brasil, feita pela empresa Time 4 Fun, é indevida. De acordo com o diretor de fiscalização do Procon-SP Paulo Arthur Góes, "o valor é absurdo":
"Não importa se eu vou sentar no camarote ou se eu vou de pista, a conveniência é uma só".
Góes indica que as pessoas interessadas em comprar o ingresso entrem em contato com o Procon (no Paraná, o telefone é 0800-41-1512) para formalizar a denúncia. Após o procedimento, a empresa será fiscalizada e pode ser multada.
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Tags: madonna, brazil, música, music, show, procon, ingresso, sp, rj,
[.::musicness::.] Justiça proibe eventos na Pedreira Paulo Leminski

A lebre foi levantada pelo amigo Luigi Poniwass, repórter e blogueiro do jornal Gazeta do Povo e, como muita coisa que anda acontecendo em Curitiba, passou despercebido pela maioria das pessoas, inclusive pelos interessados do setor, como produtores e agitadores culturais.
A Pedreira Paulo Leminski, que já foi palco de shows fodásticos (até Sir Paul Mccartney passou e se encantou com o local), teve a realização de shows e eventos proibida pela 4.ª Vara da Fazenda, que acatou uma solicitação do Ministério Público.
O MP ingressou com uma ação civil pública atendendo aos pedidos dos moradores da região - que reclamavam do barulho e da desordem durante os eventos - e conseguiu uma liminar no fim de abril com a proibição.
A Prefeitura, responsável pelo local, já entendia que os shows na Pedreira deveriam seguir até, no máximo, às 22h. Quem não cumpria horário era multado. Porém, isso não foi o bastante para convencer o zeloso MP, que, personificando a aura policialesca que assola o Brasil, insistiu na ação.
Tentei levantar até que ponto a proibição pode ter interferido na não realização da perna curitibana do Tim Festival esse ano após duas edições consecutivas, mas as pessoas da organização com quem falei não sabiam responder. Mas onde há fumaça...
Para quem não é da cidade, a Pedreira é um lugar incrível para se assistir a um show. Aliás, é o único lugar central para grandes espetáculos na cidade.
Por lá passaram recentemente Pixies, Pearl Jam, o povo do Tim (Killers, Arctic Monkeys, Beastie Boys, Bjork...), Iron Maiden. No começo da década, a Pedreira já havia sofrido restrições do Corpo de Bombeiros devido à escassez de saídas em caso de emergência, e teve o público máximo reduzido para 30 mil pessoas (há quem diga que em 1994, num show que reuniu Ramones e Sepultura, o público beirou os 100 mil espectadores).
No blog do Luigi é possível incluir seu nome em um abaixo assinado para a liberação do local. Como a decisão é liminar, pode ser que ajude na decisão da Justiça.
Foto do show da Bjork na Tim Festival de 2007, por Joel Rocha (Divulgação TIM).
18.08.08 21:356 comentários

A lebre foi levantada pelo amigo Luigi Poniwass, repórter e blogueiro do jornal Gazeta do Povo e, como muita coisa que anda acontecendo em Curitiba, passou despercebido pela maioria das pessoas, inclusive pelos interessados do setor, como produtores e agitadores culturais.
A Pedreira Paulo Leminski, que já foi palco de shows fodásticos (até Sir Paul Mccartney passou e se encantou com o local), teve a realização de shows e eventos proibida pela 4.ª Vara da Fazenda, que acatou uma solicitação do Ministério Público.
O MP ingressou com uma ação civil pública atendendo aos pedidos dos moradores da região - que reclamavam do barulho e da desordem durante os eventos - e conseguiu uma liminar no fim de abril com a proibição.
A Prefeitura, responsável pelo local, já entendia que os shows na Pedreira deveriam seguir até, no máximo, às 22h. Quem não cumpria horário era multado. Porém, isso não foi o bastante para convencer o zeloso MP, que, personificando a aura policialesca que assola o Brasil, insistiu na ação.
Tentei levantar até que ponto a proibição pode ter interferido na não realização da perna curitibana do Tim Festival esse ano após duas edições consecutivas, mas as pessoas da organização com quem falei não sabiam responder. Mas onde há fumaça...
Para quem não é da cidade, a Pedreira é um lugar incrível para se assistir a um show. Aliás, é o único lugar central para grandes espetáculos na cidade.
Por lá passaram recentemente Pixies, Pearl Jam, o povo do Tim (Killers, Arctic Monkeys, Beastie Boys, Bjork...), Iron Maiden. No começo da década, a Pedreira já havia sofrido restrições do Corpo de Bombeiros devido à escassez de saídas em caso de emergência, e teve o público máximo reduzido para 30 mil pessoas (há quem diga que em 1994, num show que reuniu Ramones e Sepultura, o público beirou os 100 mil espectadores).
No blog do Luigi é possível incluir seu nome em um abaixo assinado para a liberação do local. Como a decisão é liminar, pode ser que ajude na decisão da Justiça.
Foto do show da Bjork na Tim Festival de 2007, por Joel Rocha (Divulgação TIM).
Tags: curitiba, pr, music, música, show, evento, pedreira paulo leminski, proibição, justiça,
[QG DO RRAURL] Madonna no Brasil em 2008?
Está no site oficial dela: Madonna deve vir com sua tour mundial para a América do Sul no final de 2008. O anúncio é um novo capítulo da esperada novela "Madonna no Brasil", que começou em 2006 quando foi divulgado que a cantora faria um show na praia de Copacabana, o que não aconteceu. Agora a promessa vem pela agenda da artista em si, e não via imprensa.
Sticky & Sweet será o nome da turnê de Hard Candy, seu 11º e mais recente álbum de estúdio. O giro mundial terá início dia 23/ago no País de Gales, segue pela Europa e desemboca nos Estados Unidos até o final de novembro. "A tour 'Sticky & Sweet' visitará ainda México e América do Sul mais para o final desse ano. (Datas e informações de venda nesses mercados serão anunciadas em breve).
STICKY & SWEET 2008
23-Ago :: Cardiff - Millennium Stadium
26-Ago:: Nice - Stade Charles Ehrmann
28-Ago:: Berlim - Olympic Stadium
02-Set :: Amsterdã - Arena
04-Set :: Dusseldorf - LTU Arena
06-Set :: Roma - Olympic Stadium
09-Set :: Frankfurt - Commerzbank Arena
11-Set :: Londres - Wembley Stadium
20-Set :: Paris - Stade de France
06-Out :: Nova Iorque - Madison Square Garden
07-Out :: Nova Iorque - Madison Square Garden
15-Out :: Boston - TD BankNorth Garden
18-Out :: Toronto - Air Canada Centre
22-Out :: Montreal - Bell Centre
26-Out :: Chicago - United Center
30-Out :: Vancouver - BC Place Stadium
01-Nov :: Oakland - Oracle Arena
04-Nov :: San Diego - Petco Park
06-Nov :: Los Angeles - Dodger Stadium
08-Nov :: Las Vegas - MGM Grand Garden Arena
11-Nov :: Denver - Pepsi Center
16-Nov :: Houston - Minute Maid Park
19-Nov :: Filadélfia - Wachovia Center
22-Nov :: Atlantic City - Boardwalk Hall
24-Nov :: Atlanta - Philips Arena
26-Nov :: Miami - Dolphin Stadium
Dez - América do Sul e México?
PS: Resenha de "Hard Candy" semana que vem aqui no rraurl!
08.05.08 12:554 comentários
O clima é esse...!

Sticky & Sweet será o nome da turnê de Hard Candy, seu 11º e mais recente álbum de estúdio. O giro mundial terá início dia 23/ago no País de Gales, segue pela Europa e desemboca nos Estados Unidos até o final de novembro. "A tour 'Sticky & Sweet' visitará ainda México e América do Sul mais para o final desse ano. (Datas e informações de venda nesses mercados serão anunciadas em breve).
STICKY & SWEET 2008
23-Ago :: Cardiff - Millennium Stadium
26-Ago:: Nice - Stade Charles Ehrmann
28-Ago:: Berlim - Olympic Stadium
02-Set :: Amsterdã - Arena
04-Set :: Dusseldorf - LTU Arena
06-Set :: Roma - Olympic Stadium
09-Set :: Frankfurt - Commerzbank Arena
11-Set :: Londres - Wembley Stadium
20-Set :: Paris - Stade de France
06-Out :: Nova Iorque - Madison Square Garden
07-Out :: Nova Iorque - Madison Square Garden
15-Out :: Boston - TD BankNorth Garden
18-Out :: Toronto - Air Canada Centre
22-Out :: Montreal - Bell Centre
26-Out :: Chicago - United Center
30-Out :: Vancouver - BC Place Stadium
01-Nov :: Oakland - Oracle Arena
04-Nov :: San Diego - Petco Park
06-Nov :: Los Angeles - Dodger Stadium
08-Nov :: Las Vegas - MGM Grand Garden Arena
11-Nov :: Denver - Pepsi Center
16-Nov :: Houston - Minute Maid Park
19-Nov :: Filadélfia - Wachovia Center
22-Nov :: Atlantic City - Boardwalk Hall
24-Nov :: Atlanta - Philips Arena
26-Nov :: Miami - Dolphin Stadium
Dez - América do Sul e México?
PS: Resenha de "Hard Candy" semana que vem aqui no rraurl!
Tags: madonna, hard candy, show
[.::musicness::.] The Raconteurs at Neumo's, Seattle
Segunda, 21 de abril de 2008. Logo de cara dava pra perceber que não era uma situação muito comum. Estacionados ao redor da casa de show, dois senhores caminhões acompanhados também de um nem um pouco pequeno ônibus. Na porta, uma fila dobrando o quarteirão esperava numa friaca de quase zero grau a hora de receber a pulserinha de papel e comemorar o feito. Sabe como é, de vez em quando, alguns têm a sorte grande e se vêem numa casa de médio porte (800 pessoas) assistindo um show daqueles que merece lotar estádio. Nesses dias você jura estar sonhando, mas com o tamanho da fila da cerveja, você cai de volta à realidade. Só me restou agradecer aos céus e aproveitar o bom som que logo saiu de uma senhora banda a menos de cinco metros de distância.
Confesso que não conhecia o trabalho do Brendan Benson, mas até onde sei, ele está na banda para cumprir o segundo objetivo dos Raconteurs, ou seja, dar mais melodia à pancadaria do guitar-hero Jack White. Digo segundo objetivo, porque todo mundo sabe que o primeiro é dar uma banda de verdade pro cara, afinal, Meg White como baterista, ninguém merece. De qualquer maneira, após algumas ouvidas do segundo álbum, tive a clara impressão que Mr. Jack White tem a mão forte pacas, e é realmente difícil amaciar o som do sujeito. Restava na minha cabeça a dúvida se no show a cena se dividiria entre Jack e Brendan, ou se o primeiro assumiria de vez a posição de líder do Raconteurs.
Com a pista lotada como poucas vezes eu vi naquela casa, a banda entra no palco. Brendan dá boa noite e com Jack White de costas iniciam os trabalho com Consolers Of The Lonely. Jack faz pose, vira para o público numa câmera lenta digna de Michael Bay e manda a segunda estrofe. As músicas seguem e o esquema não muda: Brendan encara o público enquanto Jack destrói na guitarra. Finalmente, lá pela sexta música, eles se alternam. Jack White agradece, apresenta Top Yourself e assume o vocal enquanto Brendan, devagar, toma conta da cozinha.
Brendan não fica muito tempo sozinho na liderança, logo em seguida os dois se juntam e com Intimate Secretary e Level levam o público à loucura. Daí, quando você acha que vai tomar um fôlego, o que cai como uma bomba em seus ouvidos? Steady As She Goes. A música é levada numa batida mais calma, sem muita pressa, até meio displicente, e quando você se sente adaptado, outra bomba. Eles aceleram, aumentam o barulho, e aí meu filho... Nessas horas você já está nas nuvens vendo que a realidade muitas vezes é bem melhor que muitos sonhos. Cortando com Blue Veins e seguindo até Rich Kid Blues, não resta muita dúvida: a banda é mesmo de Jack White. Brendan Benson só não vê se não quiser.
Pausa rápida e os trabalhos reiniciam com Brendan dando um gás em Attention, o já velho single Salute Your Solution e, já quase no final, The Switch And The Spur, que apesar de ser a melhor do novo álbum, perde o peso pela falta dos metais. Carolina Drama diminui o ritmo e manda o pessoal de volta pra casa. Você percebe então a felicidade unânime quando as luzes se acendem. O DJ mete uma música ambiente e mesmo assim, ninguém se mexe. É preciso os seguranças te jogar de volta para a friaca zero grau para você dar conta que acabou, e acordar.
Set list
Consolers Of The Lonely
Hold Up
Store Bought Bones
You Don't Understand Me
Old Enough
Top yourself
Intimate Secretary
Level
Steady as She Goes
Blue Veins
These Stones Will Shout
Rich Kid Blues
Bis
Attention
Salute Your Solution
The Switch And the Spur
Carolina Drama
Texto e foto por Rodrigo Hermann, especial para o .::musicness::.
28.04.08 19:17Deixe seu comentário

Segunda, 21 de abril de 2008. Logo de cara dava pra perceber que não era uma situação muito comum. Estacionados ao redor da casa de show, dois senhores caminhões acompanhados também de um nem um pouco pequeno ônibus. Na porta, uma fila dobrando o quarteirão esperava numa friaca de quase zero grau a hora de receber a pulserinha de papel e comemorar o feito. Sabe como é, de vez em quando, alguns têm a sorte grande e se vêem numa casa de médio porte (800 pessoas) assistindo um show daqueles que merece lotar estádio. Nesses dias você jura estar sonhando, mas com o tamanho da fila da cerveja, você cai de volta à realidade. Só me restou agradecer aos céus e aproveitar o bom som que logo saiu de uma senhora banda a menos de cinco metros de distância.
Confesso que não conhecia o trabalho do Brendan Benson, mas até onde sei, ele está na banda para cumprir o segundo objetivo dos Raconteurs, ou seja, dar mais melodia à pancadaria do guitar-hero Jack White. Digo segundo objetivo, porque todo mundo sabe que o primeiro é dar uma banda de verdade pro cara, afinal, Meg White como baterista, ninguém merece. De qualquer maneira, após algumas ouvidas do segundo álbum, tive a clara impressão que Mr. Jack White tem a mão forte pacas, e é realmente difícil amaciar o som do sujeito. Restava na minha cabeça a dúvida se no show a cena se dividiria entre Jack e Brendan, ou se o primeiro assumiria de vez a posição de líder do Raconteurs.
Com a pista lotada como poucas vezes eu vi naquela casa, a banda entra no palco. Brendan dá boa noite e com Jack White de costas iniciam os trabalho com Consolers Of The Lonely. Jack faz pose, vira para o público numa câmera lenta digna de Michael Bay e manda a segunda estrofe. As músicas seguem e o esquema não muda: Brendan encara o público enquanto Jack destrói na guitarra. Finalmente, lá pela sexta música, eles se alternam. Jack White agradece, apresenta Top Yourself e assume o vocal enquanto Brendan, devagar, toma conta da cozinha.
Brendan não fica muito tempo sozinho na liderança, logo em seguida os dois se juntam e com Intimate Secretary e Level levam o público à loucura. Daí, quando você acha que vai tomar um fôlego, o que cai como uma bomba em seus ouvidos? Steady As She Goes. A música é levada numa batida mais calma, sem muita pressa, até meio displicente, e quando você se sente adaptado, outra bomba. Eles aceleram, aumentam o barulho, e aí meu filho... Nessas horas você já está nas nuvens vendo que a realidade muitas vezes é bem melhor que muitos sonhos. Cortando com Blue Veins e seguindo até Rich Kid Blues, não resta muita dúvida: a banda é mesmo de Jack White. Brendan Benson só não vê se não quiser.
Pausa rápida e os trabalhos reiniciam com Brendan dando um gás em Attention, o já velho single Salute Your Solution e, já quase no final, The Switch And The Spur, que apesar de ser a melhor do novo álbum, perde o peso pela falta dos metais. Carolina Drama diminui o ritmo e manda o pessoal de volta pra casa. Você percebe então a felicidade unânime quando as luzes se acendem. O DJ mete uma música ambiente e mesmo assim, ninguém se mexe. É preciso os seguranças te jogar de volta para a friaca zero grau para você dar conta que acabou, e acordar.
Set list
Consolers Of The Lonely
Hold Up
Store Bought Bones
You Don't Understand Me
Old Enough
Top yourself
Intimate Secretary
Level
Steady as She Goes
Blue Veins
These Stones Will Shout
Rich Kid Blues
Bis
Attention
Salute Your Solution
The Switch And the Spur
Carolina Drama
Texto e foto por Rodrigo Hermann, especial para o .::musicness::.
Tags: jack white, the raconteurs, show, seattle
[Vide-o-log] Daft Punk no Wireless Festival 2007
05.10.07 19:00Deixe seu comentário
Daft Punk at Wireless Festival 2007 pt 01
Daft Punk at Wireless Festival 2007 pt 02
Daft Punk at Wireless Festival 2007 pt 02
Tags: daft punk, show, video
[QG DO RRAURL] Bye bye Pavilhão 9
05.06.07 19:25Deixe seu comentário
As terças do Chapa Quente chega com novidades no mês de junho. A partir deste mês, o projeto de hip-hop vai levar uma vez por mês um pocket show ou uma intervenção com MCs para dentro do Vegas.
A noite que inaugura essa nova empreitada do Chapa Quente acontece hoje, terça-feira (5/6), com o último show do Pavilhão 9, que resolveu jogar a toalha aos 17 anos de carreira.
O grupo paulista marcado pelos vozeirões do duo Rhossi e Doze surgiu no início dos anos 90 já arriscando na poderosa combinação de rap, hardcore, rock e letras de protesto a favor da periferia e contra o sistema. Logo, "Otários Fardados", carro chefe do álbum de estréia 1º Ato (1992), chegou na hora certa, agradou os ouvidos da crítica e rendeu ao Pavilhão algumas centenas de fãs e, quatro anos depois, um contrato com a Warner Music.
Durante o tempo que esteve na estrada, a banda chegou a dar um tempo por uma ou duas vezes, sofreu alguns up grades na formação, mas conseguiu acumular seis álbuns na discografia. O último, Público Alvo, saiu em 2005 quebrando um jejum de três anos sem gravar algo inédito. Apesar de expressar a essência da banda, com uma mistura ainda mais pesada de ritmos e mensagens duras, Público Alvo não emplacou, o que deve ter dado uma desanimada no pessoal.
Portanto, se você curte rap, rock & afins, mora em Sampa e está animado para uma esticadinha noturna, já tem dois motivos para sair de casa: prestigiar a nova fase do Chapa Quente e dar um bye bye ao vivo para o Pavilhão.

Clique aqui e acesse as infos do Chapa Quente com Pavilhão 9 @ Vegas
A noite que inaugura essa nova empreitada do Chapa Quente acontece hoje, terça-feira (5/6), com o último show do Pavilhão 9, que resolveu jogar a toalha aos 17 anos de carreira.
O grupo paulista marcado pelos vozeirões do duo Rhossi e Doze surgiu no início dos anos 90 já arriscando na poderosa combinação de rap, hardcore, rock e letras de protesto a favor da periferia e contra o sistema. Logo, "Otários Fardados", carro chefe do álbum de estréia 1º Ato (1992), chegou na hora certa, agradou os ouvidos da crítica e rendeu ao Pavilhão algumas centenas de fãs e, quatro anos depois, um contrato com a Warner Music.
Durante o tempo que esteve na estrada, a banda chegou a dar um tempo por uma ou duas vezes, sofreu alguns up grades na formação, mas conseguiu acumular seis álbuns na discografia. O último, Público Alvo, saiu em 2005 quebrando um jejum de três anos sem gravar algo inédito. Apesar de expressar a essência da banda, com uma mistura ainda mais pesada de ritmos e mensagens duras, Público Alvo não emplacou, o que deve ter dado uma desanimada no pessoal.
Portanto, se você curte rap, rock & afins, mora em Sampa e está animado para uma esticadinha noturna, já tem dois motivos para sair de casa: prestigiar a nova fase do Chapa Quente e dar um bye bye ao vivo para o Pavilhão.

Clique aqui e acesse as infos do Chapa Quente com Pavilhão 9 @ Vegas
Tags: pavilhao 9, vegas, chapa quente, show, rap, hip-hop, festa, terça-feira
[QG DO RRAURL] The BellRays no Brasil
Nossos amigos do Banana Mecânica deram a notícia hoje cedo. Mudhoney todo mundo já tava sabendo, mas a vinda do BellRays é nova, pelo menos pra mim.
Rola no Inferno, dia 31.
Não conhece a banda? Se vc gosta de rock com pegada soul e fortes vocais femininos, vai na fé.
17.05.07 14:55Deixe seu comentário
Nossos amigos do Banana Mecânica deram a notícia hoje cedo. Mudhoney todo mundo já tava sabendo, mas a vinda do BellRays é nova, pelo menos pra mim.Rola no Inferno, dia 31.
Não conhece a banda? Se vc gosta de rock com pegada soul e fortes vocais femininos, vai na fé.
Tags: bellrays, show, rock
[QG DO RRAURL] Reality show com Spielberg?
09.02.07 14:20Deixe seu comentário
Um novo programa de competição, nos moldes de "O Aprendiz", com assinatura de Steven Spielberg e do produtor Mark Burnett, quer descobrir um novo talento entre 16 candidatos pré-selecionados de várias partes do globo. Além da fama, está em jogo um contrato de 1 milhão de dólares com a Dreamworks, para produção de um filme.
Candidatos de qualquer nacionalidade têm até 12 de fevereiro (a próxima segunda!) para se increver pelo site do programa (veja link abaixo). Para fazer a inscrição é preciso ter mais de 18 anos e possuir um curta-metragem pronto com, no máximo, cinco minutos de duração e até 200MB para enviar pela rede. O filme pode ser falado em qualquer idioma.
A seção "Submit Film", no site do programa, dá todo o caminho para quem se interessar. Vai lá!
Candidatos de qualquer nacionalidade têm até 12 de fevereiro (a próxima segunda!) para se increver pelo site do programa (veja link abaixo). Para fazer a inscrição é preciso ter mais de 18 anos e possuir um curta-metragem pronto com, no máximo, cinco minutos de duração e até 200MB para enviar pela rede. O filme pode ser falado em qualquer idioma.
A seção "Submit Film", no site do programa, dá todo o caminho para quem se interessar. Vai lá!
Tags: spielberg, cinema, reality show