Parada Gay israelense foi "relativamente pacífica"
Sete mil policiais israelenses foram usados para conter a violência de judeus ortodoxos
02.07.07 19:05
Sete mil policiais evitaram que 500 judeus ortodoxos atacassem a Parada Gay de Jerusalém com sacos de excremento no último dia 21. A marcha anual pelos direitos dos homossexuais foi relativamente pacífica. Um homem, no entanto, foi preso com uma bomba caseira nas proximidades da manifestação. Cerca de três mil pessoas participaram do evento.
Segundo agências de notícias internacionais, 22 policiais foram feridos e 130 pessoas foram presas nas horas que antecederam a passeata.
A violência eclodiu quando o político israelense Nissim Ze'ev, do partido Shas, sugeriu que o homossexualismo devia ser criminalizado e que gays e lésbicas deveriam ser "colocados em campos de concentração" (365.gay.com). "Já que possuímos instituições para reabilitar usuários de drogas, deveríamos ter também equipes especiais com psicólogos para ajudá-los a voltar à vida normal", disse.
A DJ de Tel Aviv Ellyot Dragon participou da marcha, apesar de ter ficado desapontada com o resultado. "O engraçado desse confronto entre gays e as comunidades religiosas de Israel é que os dois lados perderam", disse. "A marcha em si foi curta, estéril, e, ao contrário de sua elaboração, muito chata. Em suma, os religiosos não puderam evitá-la e os gays não puderam se divertir", disse a DJ ao rraurl.com.
"Há apenas dois anos atrás as empresas lutavam para se alinhar com os 'gays bacanas' e patrocinavam esse tipo de evento. Agora eles estão assustados devido às ameaças de um boicote aos seus produtos por parte dos religiosos. Eu toquei em uma festa na praia em Tel Aviv com 16 mil pessoas e foi incrível, mas não havia um patrocínio corporativo sequer. Não sou fã de patrocínio empresarial, mas acho que esse é um fato perturbador.", disse a DJ.
Além da parada de Tel Aviv, duas marchas menores ocorreram em Haifa e Eilat. "O clima em torno dos gays em Israel está caminhando rapidamente em duas direções distintas, de uma maneira explosiva. E tudo isso está acontecendo enquanto a Faixa de Gaza está sob o comando do Hamas", completou Ellyot.
A DJ discoteca e promove a festa "Bitch Boyz" em Tel Aviv, além de ser residente na festa mensal "Forever Tlv", do DJ Offer Nissim.
Foto: Efe
E como disse o Gil, judeu querendo mandar alguem pro campo de concentração é phoda!
quem tem solução para as guerras emq ue vivem eles lá? o pais deles estão assim por divisão de suas religioes e ideologias. e vai continuar assim pois o mundo e a ONU nao tomam providencias quanto a isso.