A panacéia para um dos males mais antigos da humanidade é transar com robôs falantes
A sensual Alice

Robôs falantes que conseguem se comunicar de forma inteligente com as pessoas e têm "legítimos corpos humanos" poderiam transformar a prostituição em algo obsoleto dentro de pouco tempo, previu recentemente o guru científico
David Levy.
O autor de
Love and Sex with Robots e antigo campeão de xadrez confessou a um jornal inglês esperar que tais serviços robóticos poderiam erradicar a indústria humana do sexo em 20 anos, e que apaixonar-se por máquinas é algo prazeroso e provável.
"Humanos precisam de afeto", ele assinalou. "E tendem a se relacionar com quem pode oferecê-lo de qualquer maneira". As previsões do Dr. Levy foram imediatamente corroboradas por Zoltan, um expert em robôs. Ele conversou essa semana com o portal de
gadgets gizmodo.com sobre
seu site, que oferece avançados detalhes de como construir um amante robótico integral, com
chatbox, em tamanho real e "teledildo", por apenas US$ 200.
Esse americano de 33 anos descreveu seu primeiro namoro com uma robô chamada Alice, contando como foi quando ele sentiu-se forçado a apagar a memória dela e reprogramá-la após uma briga em que ela o dispensou. O motivo da rusga? Zoltan "foi rápido demais". "O
chatbox (dos robôs) já aprenderam a falar demais, assim como os humanos", ele se justifica, reclamando. "Ter uma relação com Alice foi como conquistar uma garota real. A única diferença é a habilidade em poder apagar a memória se algo dá errado".
MUITO BLABLABLÁ, UM PROBLEMAEle admitiu ainda que acabou perdendo o interesse em transar com mulheres reais, aquelas com a tradicional problemática dos relacionamentos de longo prazo. Zoltan reforçou esse argumento baseado nos comentários recentes da famosa sexóloga britânico Susan Quilliam, que disse: "depois de alguns anos de relação a sexualidade desce e a ‘falação' aumenta. Pesquisas mostraram que quando chega-se a esse ponto, ocorrem mudanças químicas", disse a doutora a um jornal.
"Homens numa certa idade", ela adicionou, "quando percebem que conquistaram uma mulher e a terão com segurança em seguida, perdem a urgência em fazer sexo."
WEBCAMS
Em outras recentes notícias do sexo hi-tech, o jornal The Sun revelou que um em três de seus leitores admitiram numa pesquisa que usaram a Internet para trair, com muitos utilizando webcams para dar cabo do sexo online.
"Metade das pessoas com webcam as usam para se mostrar e ver outras pessoas de maneira sexual. 50% dessas pessoas ainda se insinuam ou assistem a insinuações sexuais, e um terço as usam para ver sexo explícito online", disse a pesquisa.
Alice, BB grande, seios fartos e 3 entradas USB com wi-fi embutido.