Sinden: "Fidget house está morta!"
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Sinden: "Fidget house está morta!"
"Fidget foi um gênero criado como uma piada por uns amigos meus há uns anos".
16.09.08 17:40
O jornal britânico The Guardian publicou um guia essa semana de "O que é fidget house", e disse que Switch e Jesse Rose são os os donos do gênero que está devastando as pistas no momento.

John McDonnell (contribuidor do Guardian/NME/The Sun) diz que a ambivalente dupla criou o termo como uma piada há muitos anos, e que afirmam "a cena não existe além da internet", antes de iniciarem um ataque ao próprio gênero.

"Produtores de fidget gostam de pensar em si mesmos como conhecedores da música global, retirando pedaços de gêneros como chicago house, rave, uk garage, hip hop americano, baltimore, kuduro e outros gênerosque são considerados autênticos", ele disse.

"Na realidade, no seu pior, o gênero é basicamente um update um pouco menos cafona do big beat - com seu vocal rap irritante e um estilo de construção ridículo bem Fatboy Slim", disse McDonnel, "mas que produziu algumas excelentes faixas para clubes," ele admite.

PIADA, MAS BIG BEAT NÃO TEM GRAÇA
Sinden, a estrela do fidget house, estava distintamente não impressionado, apesar de concordar que o termo se refere a "um gênero de dance music que foi criado como uma piada por uns amigos meus há uns anos".
Everybody Hates Fatboy
Everybody Hates Fatboy

"Nós começamos com esse som, mas eu não me identifico com ele. Esse gênero está morto! Ele morreu anos atrás," ele disse. "Eu não sou realmente uma pessoa fidgety (inquieto/nervoso), eu me mantenho calmo," adicionou Sinden, "Pessoas que andam devagar me deixam impaciente."

Sinden também se distanciou do big beat fazendo brincadeiras com scratching e itching (que em sua tradução literal quer dizer "arranhando" e "coçando", respectivamente) dizendo que "mosquitos raramente me mordem; exceto na Jamaica este ano; ele me morderam bastante". E disse nunca ter passado por uma fase Fatboy Slim.

"Como Barbara Streisand e Barry Gibb disseram, 'não temos nada para nos culparem'", brinca, quando perguntado sobre seus maiores prazeres secretos. "Eu nunca gostei de big beat."

Enquanto isso nos Estados Unidos, Fatboy Slim recebeu um tapa com luva de pelica do crítico musical do Boston Globe, Christopher Muthe. "O estilo trash de Fatboy Slim pode ser considerado uma ode ao paletó de três botões e à internet discada. Mas há algum charme em sua estética corta-e-cola."

Jonty Skrufff
Jonty Skrufff
comentários
Luiz Pareto
Luiz Pareto(18.09.08)
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mas tem saído pouca coisa legal ultimamente, Felício, e quando sai é justamente dos que levam pra esse lado rave. com certeza prefiro jess rose, trevor loveys ou oliver $. o resto é quase que só barulhos neo-ravers e nada mais. Falta música e sobra ruído.
Felicio Marmitex
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Concordo com o ecletismo do Pareto, mas não acho que o fidget se esgotou! Vide o próprio Jesse Rose e sua galera mais jacki'n house do que a leva new rave do Sinden e cia.
Jade Augusto Gola
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RS.. valeu pelo toque, Cow.
Cow Molester
Cow Molester(18.09.08)
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É JessE Rose, not Jess. O Skrufff põe 3 efes no final do próprio nome e fica comendo letra do nome dos outros.
Luiz Pareto
Luiz Pareto(18.09.08)
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no terceiro release catalogado como big beat já deu pra perceber a repetição da fórmula. toquei os tres primeiros do gênero na época da festa Breakin' e logo parei. sinceramente, o big beat nunca passou de um (argh!) handbag do hip hop. mas é claro, né? handbag garante pistas bem cheias...especialmente em superclubes. não é a toa que o Fatboy Slim chegou a tocar para multidões até mesmo na praia de Copacabana. O tal fidget se manteve interessante por um pouco mais de tempo mas já se esgotou tb. prefiro ficar no ecletismo mesmo.
 
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