Estudo inglês mostra que clubbers de hoje buscam as mesmas sensações catárticas dos primeiros ravers de vinte anos atrás
Quatro estudantes ingleses que passaram cinco anos "imersos na cultura clubber", como parte de um estudo destinado a entender "o gerenciamento do mercado de cultura ilícita", publicaram seus resultados essa semana com a conclusão de que casas noturnas promovem uma
experiência raver controlada.
O estudo revela ainda que os clubbers de hoje buscam as mesmas experiências coletivas e extasiantes que os ravers pioneiros buscavam alguns anos atrás. A diferença seria que os clubes têm segurança, costumes e dress code próprios.
"Nós descobrimos que os efeitos da música ensurdecedora, a ingestão do ecstasy, a dança energética, e o gerenciamento e organização de um espaço fechado produzem uma suspensão temporária das normas da vida cotidiana", declaram os autores Christina Goulding, Avi Shankar, Richard Elliot e Robin Canniford. "E mais, sugerimos que um clube e as experiências de prazer que ele suporta configuram um espaço de ilegalidade contida" (
leia a conclusão do estudo aqui)
AAAAAAAAAAAAAAAAAAACIDTais conclusões vão de encontro a um outro artigo publicado em 1991 pelo guru libertário Paul Staines, chefe do movimento Freedom To Party (
saiba mais), intitulado
Acid House Parties Against the Lifestyle Police and the Safety Nazis (Festas de Acid House contra a polícia dos costumes e os nazis da segurança).
P.L.U.R.

"As festas de acid house representaram um ambiente perfeito para o consumo de drogas, provendo um maravilhoso mercado para consumidores e distribuidores de narcóticos. As chances de ser preso eram mínimas por causa do alto número de freqüentadores", ele escreveu. "As festas foram batizadas assim pelo consumo difundido de LSD (ácido) desde os primeiros eventos. Toda a cena se desenvolveu ao redor das drogas, qualquer um que sabia qualquer coisa te daria informações, a não ser que você fosse um jornalista ou um policial. Todo um estoque de droga é necessário para garantir o êxito da festa - LSD, MDMA, cocaína, maconha, quanto mais melhor. A combinação desse arsenal com música pulsante tocada acima de 80 batidas por minuto, milhares de jovens dançando, mais lasers do que o exército possui, um sound system de 50 mil watts e efeitos especiais que fariam Steven Spielberg orgulhoso criam uma verdadeira forma superior de entretenimento", analisa o guru (
leia o artigo aqui).
O QUE É RAVE?O artigo de Staines fala também sobre o notório político conservador inglês Graham Bright (http://en.wikipedia.org/wiki/Graham_Bright) figura essencial da Comissão de Justiça Criminal que jogou em 1994 as raves britânicas na ilegalidade e dissecou a cultura clubber em várias definições de festas. "Uma
rave pode ser definida como o encontro de mais de cem pessoas", declarava o famoso relatório nas seções 63, 64 e 65, "em que música amplificada (totalmente ou predominantemente caracterizada pela emissão de batidas repetitivas) é tocada e pode prejudicar seriamente comunidades locais, em locais abertos e de noite."
Quero me enganar um pouco mais... Sim, pois uso lorotas e me jogo na pista, mas a música é minha musa maior...
e o povo gosta da mesma esbornia!
viva o refluxo!
kkkkkkkkkkkk
Nestas horas que é bom o velho carão, ou vc curte sossegado um set com um cara cheirando cola do seu lado?.
Nas festas das antigas, sem psy, sem pop music e pop people tinha seus no sense, mais logo o próprio se via em um lugar onde o mesmo não era bem vindo, nas atuais acho que quanto mais loko vc é melhor tratado, ninguém ta nem ai, dai tem as festinhas de rock que são o oposto disso, mais chatinhas, onde eu vou......?
Vou esperar!!